25 de abril de 2010

25 de Abril

Rui Pedro Soares recusou-se a responder à Comissão de inquérito






Comissão comunica crime de desobediência pelo silêncio do ex-administrador da PT


Rui Pedro Soares: "Não me disponho a responder a nenhuma pergunta"

BE - João Semedo: "Veio aqui instrumentalizar o Parlamento tentando desculpabilizar o primeiro-ministro"

PP - Cecília Meireles: "É a absoluta inutilidade desta comissão se aceitarmos este entendimento"

PSD - Agostinho Branquinho: "É uma agravante da desobediência qualificada em que está a incorrer"

16 de abril de 2010

Efeitos do XXXIII Congresso PSD

"PS satisfeito com propostas de Passos Coelho"

"Francisco Assis destaca lançamento de propostas em vez de críticas destrutivas."


"Unidos para mudar Portugal"

Os candidatos derrotados às directas para a liderança do PSD Paulo Rangel e José Pedro Aguiar-Branco afirmaram ao longo dos três dias de trabalhos o seu empenho na unidade do partido, tom que foi comum à maioria das intervenções num congresso que teve como lema "Unidos para mudar Portugal".


"Este congresso trouxe um elemento novo e inesperado: a unidade substancial entre as partes envolvidas na pugna eleitoral, o que só augurará algo de bom para o futuro, colocando no passado o quase crónico clima de guerra civil interna." 

"Para quê perder mais tempo?" Pedro Passos Coelho quer rever já a Constituição da República.

"Passos Coelho não pronunciou o nome de Sócrates no congresso. Mas as políticas do primeiro-ministro foram o alvo do seu discurso. O novo PSD promete mais diálogo com o País."

"Excelente" o discurso de Pedro Passos Coelho


O comentador da Renascença Paulo Morais considera "excelente" o discurso de Pedro Passos Coelho, que encerrou hoje o XXXIII Congresso do PSD, que decorreu em Carcavelos. Ainda assim, Paulo Morais considera que a ideia de uma revisão constitucional, proposta pelo presidente do PSD, é pouco atractiva para a maioria dos portugueses. 
Paulo Morais considera que “o que mais irá empolgar as pessoas é ver o PSD a lutar por uma maior intervenção do Estado na área social e a sair da actividade económica, acabando com este conluio, este compadrio, esta promiscuidade que há entre interesses económicos privados e a gestão da coisa pública”. 

O comentador da Renascença salienta igualmente a intenção de Passos Coelho tirar o Estado da economia. “Em substância, foi um discurso muito importante, porque Pedro Passos Coelho veio dar uma marca do que tem vindo a defender: o Estado deve sair da economia e intervir mais na área social”, afirma Paulo Morais.


Fonte: Radio Renascença 
Inserido em 11-04-2010 16:07

Artigo completo aqui.

Discuso completo Pedro Passos Coelho no XXXIII Congresso do PSD (video)

Discurso Pedro Passos Coelho XXXIII Congresso PSD

"Não podemos mudar o País contra o País."

"Portugal não precisa de um clima de crispação e de conflitualidade artificial, precisa de um caminho de concertação"

"A democracia precisa de ética, valores e de um código de conduta."

"Pagamos impostos que cheguem para podermos escolher."

“É preciso definir o que tem de ser privatizado e o que tem sentido estratégico"

"O Estado não tem de ter negócios"
"Nós queremos o Estado fora dos negócios. Não queremos um Estado que manda na Administração e, por via indirecta, que ainda nomeia gestores de empresas privadas e que discute ao longo das semanas nas páginas dos jornais quem são os senhores ex-ministros que podem por essa via ser nomeados presidentes de empresas privadas"

"Queremos acabar com esta promiscuidade!"

"Como é possível algumas pessoas receberem mais quando são despedidas do que outras que trabalharam toda vida?"

"Revoltamo-nos que no final do mês aqueles que fazem muito esforço com o seu trabalho vejam o seu rendimento disponível ser menor do que aqueles que inactivos vão acumulando subsídios"

"As más empresas devem fechar, mas as viáveis devem continuar a garantir emprego e a criar riqueza para os accionistas e para o País"